Conjuntura nacional também foi obstáculo superado pelos competidores do Fumolama

 Preparado há vários meses, o I Fumolama, aconteceu neste final de semana, 26 e 27 de maio, em meio a uma conjuntura de mobilizações em todo país contra o aumento de combustíveis, que tem hoje, 28, mais de 65 pontos de manifestações somente no Rio Grande do Sul. Da expectativa em reunir 500 motos, 224 roncaram motores no Município. Foram canceladas excursões de Porto Alegre, Parobé e outros municípios. ?Mesmo assim, foi bom?, garante o tesoureiro do Motoclube de Dom Feliciano, Emanuel Soares. O II Fumolama acontecerá no último final de semana de maio de 2019. As premiações aconteceram para os grupos que participaram com maior número de motociclistas: 1º lugar ? Genérico Moto Trilha, de Camaquã, 2º – Equipe Tô Sem Freio, de Camaquã, e 3º Trilheiros da Capela, de Amaral Ferrador. Também foram sorteados um reboque, entre outros prêmios.A abertura, sábado à noite, e encerramento, domingo à tarde, do evento aconteceu com apresentação de manobras radicais do Tchê Loco Wheeling – esporte radical desenvolvido a partir de manobras com motocicletas. Os pilotos mostraram muito equilíbrio, força e habilidade com a moto no solo. O termo wheelie, em inglês, significa empinar. No domingo, as atividades iniciaram cedo, com cadastramento, seguido do silêncio que acompanhou a narração da Oração dos Trilheiros para, então, iniciar o ronco ensurdecedor dos motores que conduziram os participantes para 70km de trilha.Cerca de 9h30min, o encontro foi na cascalheira de Silvio Rutikoski, na Linha Assis Brasil, onde um público de 200 pessoas acompanhou o sadismo dos competidores em barrancos extremamente íngremes. O Fumolama também teve pista de Hard Enduro, no antigo Campo Grande, cujas provas rápidas e implacáveis eram constituídas de muito barro, ponte móvel e gangorra, entre outros. Enquanto isso, um ônibus percorreu os pontos turísticos do Município, ciceroneando visitantes.