Escola Estadual de Ensino Médio Dom Feliciano

Mês do Patrimônio Cultural Escola Estadual de Ensino Médio Dom Feliciano Descrição: O município de Dom Feliciano, localizado na encosta da Serra do Herval, iniciou sua colonização em 1890, com a chegada dos imigrantes poloneses. Nessa época, a Colônia de São Feliciano pertencia ao município de Encruzilhada do Sul.  A parte educacional nos primeiros anos era difícil e precária, mas sempre muito importante para os colonizadores poloneses que não sabiam a Língua Portuguesa. No ano de 1894 chegou em São Feliciano, Francisco Valdomiro Lorenz que começou a trabalhar na agricultura e a ministrar aulas de português e polonês.  Após os anos de 1924 e 1925 o ensino se desenvolveu culminando com a criação do Grupo Escolar da Colônia de São Feliciano, em 19 de dezembro de 1929. Não possuindo prédio próprio a escola funcionou até 1953 em casas alugadas. O primeiro Diretor e Professor pelo Estado desta escola foi Francisco Valdomiro Lorenz, contratado em 28/01/1930.              A Escola Estadual de Ensino Médio Dom Feliciano ao longo de sua história teve as seguintes denominações:1929 ? Grupo Escolar da Colônia de São Feliciano1945 ? Grupo Escolar Conde de Porto Alegre1954 ? Construção do novo prédio escolar na Rua Venâncio Aires, 871979 a 1981 ? Escola Estadual Conde de Porto Alegre ? 1ª a 6ª série1974 a 1981 ? Extensão da Escola Estadual de 2º Grau Cônego Luiz Walter Hanquet ? Camaquã ? Técnico em Contabilidade1981 ? Escola Estadual de 1º Grau Conde de Porto Alegre e Escola Estadual de 2º Grau Dom Feliciano1987 ? Unificação Ensino Fundamental e Ensino Médio passando a chamar-se Escola Estadual de 1º e 2º Graus Dom Feliciano2000 ? Passou a denominar-se Escola Estadual de Ensino Médio Dom Feliciano como permanece até hoje.A Escola Estadual de Ensino Médio Dom Feliciano completa 92 anos em 29 de dezembro de 2021 e conta atualmente com 658 alunos, 39 professores e 11 funcionários na Direção de Lisane Beckenkamp, Cinara Laude Morelli, Gilsa Maria Gomes Puchalski e Dulce Karine Kuczynski Azambuja. Créditos: Acervo Casa da Cultura do Imigrante