Transporte escolar necessita do comprometimento de pais e alunos

A Secretaria de Educação, Cultura e Esporte e direção da Escola Estadual Dom Feliciano, a pedido das empresas de transporte escolar, realizaram, em 18 de abril, reunião com pais e alunos para tratarem do problema de evasão escolar. Os empresários da área querem comprometimento dos usuários, já que recebem as passagens, conforme a frequência dos alunos. Segundo o Diretor de Transporte Escolar da Secretaria, Pedro Couto, em 2017, a Prefeitura investiu, através de repasses dos governos estadual e federal, R$ 728.218,31, e a previsão para 2018 é de R$ 803.520.?É importante os pais incentivarem os filhos a prosseguirem os estudos?, diz a diretora da Escola Estadual. ?Mesmo que não queiram seguir uma graduação, necessitam de conhecimentos para administrarem suas propriedades e lidarem com bancos, por exemplo?.Fumageiras e frequência escolarHá cerca de dez anos o Sindicato da Indústria do Fumo da Região Sul do Brasil, a Associação dos Fumicultores do Brasil e nove empresas fumageiras firmaram termo de compromisso perante os procuradores do Ministério Público do Trabalho. As empresas comprometeram-se a combater o trabalho infantil nas lavouras de tabaco e a proteger as condições de saúde e segurança dos trabalhadores do setor.As empresas, portanto, exigem nos contratos de compra de safra que os produtores rurais cumpram a legislação contra a exploração da mão-de-obra de crianças e adolescentes. Além disso, as fumageiras devem realizar cadastro e monitoramento de todos os menores residentes nas propriedades rurais. As empresas demandam atestados de matrícula escolar, assim como comprovantes de frequência. As fumageiras também devem exigir dos produtores a observância das normas de saúde e segurança referentes à utilização, manuseio e armazenamento de agrotóxicos.