Bugio não transmite febre amarela

Entre outubro de 2008 e junho de 2009, o Rio Grande do Sul enfrentou um surto de febre amarela – o registro de pessoas infectadas não passou de 20 casos. Desde então, os municípios monitoram a morte de bugios, que serve de alerta para as autoridades de Saúde. O animal não transmite a doença, mas funciona como um sentinela, já que contrai o vírus de maneira semelhante a dos humanos, pelo mosquito Haemagogus. Em Dom Feliciano, não é diferente, as pessoas notificam a Secretaria de Saúde, que providencia a coleta de material dos animais para análise. ?Nas análises recolhidas dos bugios, nunca deu nada?, diz a responsável pela vigilância sanitária da Secretaria, Vera Lúcia Markowski.